Sol e Lua, durante mais uma de suas discussões da relação decidem se separar. Ele decide ir embora, mas ela sabe que ele voltará. Levanta-se e vai embora. Vem para cá. Aqui, ele decide renascer, começar tudo de novo. Acorda. Com ele, acordo também. Acordamos. Centenas de milhares de sorrisos para aquele que lá no alto está. Feliz? Sim, ele fica muito, mas logo se entristece de novo com as caras feias que começa a presenciar, reclamações a escutar por ali estar. Mal sabem todos que apenas um lugar de paz ele quisera encontrar.
A campainha tocou. Não é ninguém vendendo serviços, pedindo doações, muito menos alguém lá fora a me esperar. É a vida. A vida que faz tocar aquela estridente campainha que apelidamos de despertador. Pois bem, é um “hello, está na hora de brincar de mundo real”. E assim, lá vou eu.
4 de setembro de 2009
1 de setembro de 2009
Marina do Brasil!
Assim como Michael Jackson está para o badalado portal de famosidades TMZ, assim como o sumido que já foi encontrado (parece que era só brincadeira de esconde-esconde mesmo) Belchior está para o Fantástico, assim como Fernando Sarney está para o Estadão, ela, Marina Silva está para... Está para... Todo mundo! É isso aí, isso mesmo, Marina caiu nas graças do povão!
Também, convenhamos, abandonar o barco após trinta anos de militância há de chamar nossa atenção. Ainda mais quando essa militância é no Partido dos Trabalhadores e quando a saída pode levar consigo um bom bocado de votos. Não é à toa que os presidenciáveis - sejam os assumidíssimos ou os que ainda estão, digamos, "no armário" - já estão calculando quantos votos podem perder para a mais nova candidata (não)assumida. Ela ainda nega tudo, faz a mesma linha José Serra, mas nós sabemos bem como e quando essa história vai terminar.
Também, convenhamos, abandonar o barco após trinta anos de militância há de chamar nossa atenção. Ainda mais quando essa militância é no Partido dos Trabalhadores e quando a saída pode levar consigo um bom bocado de votos. Não é à toa que os presidenciáveis - sejam os assumidíssimos ou os que ainda estão, digamos, "no armário" - já estão calculando quantos votos podem perder para a mais nova candidata (não)assumida. Ela ainda nega tudo, faz a mesma linha José Serra, mas nós sabemos bem como e quando essa história vai terminar.
27 de agosto de 2009
Lua 40 anos: por que chegamos lá?
O período era o da Guerra Fria, capitalismo e socialismo estavam no auge de seu entrave com a guerra indireta entre suas potências-mães, EUA e URSS. Almejando não somente a hegemonia política, bem como a econômica, ambos os lados viam com certa importância a conquista do além-órbita. Em meio a ataques e contra-ataques, o projeto espacial ia ganhando destaque, porém não como consequência de uma ciência astronômica bem desenvolvida, mas sim, de uma estratégia fortíssima de guerra. Afinal, um lado se impõe não apenas pelos seus atos, mas pela dimensão que consegue dar à sua força. Esse cenário então nos traz à tona uma instigante questão: seria a conquista da Lua, há quarenta anos, um feito muito mais político que propriamente científico?Um forte indício que nos leva à essa questão e começa a nos remeter à uma provável resposta era a situação em que se encontrava a NASA quando, em 1961, John Kennedy discursa exortando seu país a mandar um homem à Lua e trazê-lo de volta em segurança. Recém-criada e carente de fundos, a Agência Espacial Americana passou a contar com quase 5% do capital do governo americano, recebendo assim carta branca para suas articulações. Caso isso não tivesse sido feito, a NASA só conseguiria enviar o homem à Lua na década de 80.
18 de agosto de 2009
Preserve o mundo - preserve a si mesmo
Pensando globalmente, tendo ciência das nuances da cadeia que passa a integrar, surge no homem (ou assim deveria ser) a necessidade do zelo – que não seja diretamente para com o mundo, mas então em prol de si próprio. Esse zelo pode significar medidas de ação, de contenção e de reformulação, tangendo a política, a economia e o meio ambiente, esse que é o que mais precisa de atenção.
16 de agosto de 2009
O futuro chegou
Lendo a peça "O Amor do Soldado", um trecho chamou muito a minha atenção, tanto que grudou e não largou mais até agora! Nessa passagem, Castro Alves - que tem sua carreira de militante da liberdade narrada por Jorge Amado - conversa com alguns estudantes da Faculdade de Direito de São Paulo, dos quais ele passa a ser o líder inconteste. O período é pré-República, mas com manifestações cada vez maiores pela liberdade nacional. Com esse cenário de crise que gera constantes mudanças, o assunto não poderia ser outro senão "futuro da nação". Você já pode imaginar então que palpites não faltariam. Vejamos o que pensavam:
"Daqui a cem anos só a força bruta persistirá. Um ditador qualquer, brutal e insensível, dominará o mundo..." - apostou um dos estudantes.
"Isto é um absurdo. Não sabes o que dizes. No futuro os homens da ciência farão tais descobertas que a eles caberá o domínio do mundo..." - não hesitou em dizer o outro.
"Nem os brutos, nem os cientistas. Serão os místicos, pregando mais uma vez o perdão e a renúncia..." - defendeu o terceiro estudante.
Os próprios então, percebendo tamanha discrepância, não hesitaram em pedir a Castro Alves que desse seu parecer, mencionando o poema "O Vidente" escrito por ele. É então que ouvem:
"Discordo de todos os que aqui falaram sobre o mundo do futuro. Serão a liberdade e o trabalho irmanados. Ouvi:
E, enquanto sob as vinhas a ingênua camponesa
Enlaça as negras tranças
(...)
Prorrompe o hino livre, o hino do trabalho!
(...)
O ruído se mistura da imprensa, das ideias,
Todos da liberdade forjando as epopéias."
"Daqui a cem anos só a força bruta persistirá. Um ditador qualquer, brutal e insensível, dominará o mundo..." - apostou um dos estudantes.
"Isto é um absurdo. Não sabes o que dizes. No futuro os homens da ciência farão tais descobertas que a eles caberá o domínio do mundo..." - não hesitou em dizer o outro.
"Nem os brutos, nem os cientistas. Serão os místicos, pregando mais uma vez o perdão e a renúncia..." - defendeu o terceiro estudante.
Os próprios então, percebendo tamanha discrepância, não hesitaram em pedir a Castro Alves que desse seu parecer, mencionando o poema "O Vidente" escrito por ele. É então que ouvem:
"Discordo de todos os que aqui falaram sobre o mundo do futuro. Serão a liberdade e o trabalho irmanados. Ouvi:
E, enquanto sob as vinhas a ingênua camponesa
Enlaça as negras tranças
(...)
Prorrompe o hino livre, o hino do trabalho!
(...)
O ruído se mistura da imprensa, das ideias,
Todos da liberdade forjando as epopéias."
10 de agosto de 2009
Adivinhem...
Um vírus. Sim, um belo parasita intracelular. Como se tem falado em vírus ultimamente! No lugar de estar nas células, ele está mesmo é na boca do povo - desculpa pelo trocadilho. Virou motivo de piada, de alerta e até de pânico. Creio que se fizéssemos agora um ranking estilo "trending topics" dos assuntos nas rodinhas de papo, não faltariam #mascaras, #alcoolgel e claro, #gripesuina. Pronto, pronunciei!
Está ficando muito perigoso pronunciar o nome da nova gripe; você fala uma vez sequer e já arranjou discussão para um bom tempo. Afinal, nos momentos de "grandes acontecimentos" todos passam a ser especialistas no assunto tratado. Em terremotos: prazer, grandes sismólogos! Em enchentes ou secas: prazer, grandes meteorologistas! Em epidemias: prazer, grandes médicos! Agora, quando a epidemia é de uma gripe até então desconhecida: prazer, grandes falastrões!
Está ficando muito perigoso pronunciar o nome da nova gripe; você fala uma vez sequer e já arranjou discussão para um bom tempo. Afinal, nos momentos de "grandes acontecimentos" todos passam a ser especialistas no assunto tratado. Em terremotos: prazer, grandes sismólogos! Em enchentes ou secas: prazer, grandes meteorologistas! Em epidemias: prazer, grandes médicos! Agora, quando a epidemia é de uma gripe até então desconhecida: prazer, grandes falastrões!
7 de agosto de 2009
Finalmente, vamos respirar mais aliviados
Sete de agosto de 2.009: um divisor de águas, um belo dia para se recordar, afinal é a partir desse dia que vamos nos ver livres daquela fumaça toda na capital paulista. Não apenas da fumaça que incomoda, que cheira mal, como também da fumaça que mata. O fumo passivo está em terceiro lugar no ranking mundial de causadores de mortes evitáveis e quando se trata do fumante ativo os dados são mais assustadores ainda: por hora no Brasil, morrem cerca de dez pessoas em decorrência do fumo e, a cada ano, perdemos cerca de quatro milhões de pessoas de forma prematura graças ao tabaco. Quando pensamos então em cânceres gerados pelo cigarro os números se mostram inacreditáveis: 97% das mortes por câncer de laringe está diretamente ligado a essa praga. Lembrando que esses dados são da OMS.
Realmente, a situação não é nada confortável nem para quem fuma, muito menos para quem é obrigado a inalar todas as substâncias oriundas da tragada do amigo ao lado. Para dimensionar: um fumante passivo entra em contato com 4.700 substâncias químicas, entre tóxicos sistêmicos, irritantes, mutagênicos e carcinógenos, os facilitadores do câncer. Existem ainda, claro, os problemas imediatos como irritação ocular, dor de cabeça, vertigem e infecção respiratória. É, vivemos em meio a nuvens de fumaça nada límpidas.
4 de agosto de 2009
Leitura: uma chave de muitos segredos
Com o cenário globalizado observado nas regiões urbanas, algo essencial passa a soar como mais um problema a ser solucionado: time management. Sim, o planejamento do tempo se transformou em uma dor de cabeça. Tal obstáculo à plena organização e ao efetivo controle sobre nossa agenda afeta, principalmente, aqueles que se mostram menos preparados e experientes: a juventude.
Não faremos aqui desse problema o protagonista da discussão, e sim o fator causa principal de outro muito alarmante, agora de cunho intelectual: a falta de leitura. Por conseguinte, o atraso e até a má formação do intelecto necessário para uma formação acadêmica e até social - por que não? - satisfatória. A leitura, formadora de uma rara e preciosa capacidade humana de interpretar e decifrar sociedades, pessoas, culturas, períodos e até sentimentos, está sendo esquecida.
Não faremos aqui desse problema o protagonista da discussão, e sim o fator causa principal de outro muito alarmante, agora de cunho intelectual: a falta de leitura. Por conseguinte, o atraso e até a má formação do intelecto necessário para uma formação acadêmica e até social - por que não? - satisfatória. A leitura, formadora de uma rara e preciosa capacidade humana de interpretar e decifrar sociedades, pessoas, culturas, períodos e até sentimentos, está sendo esquecida.
28 de julho de 2009
Malandro é malandro e mané é mané
Confusão: essa é a palavra que tem imperado ultimamente. E quem encontramos no meio dela? Encontramo-nos é a resposta certa. Infeliz, mas certa. Triste, mas certa. Confusa, mas certa. Entre desconfianças, indecências e imoralidades, a única certeza que temos é que não temos certeza alguma. Aqueles destinados a nos representar e a desfazer todas as possíveis confusões contribuem para nos deslocar ainda mais. Entre um cachorro em meio a um tiroteio e os brasileiros no furor de uma crise, é mais confiável seguir o cachorro quando se procura abrigo. Não que os brasileiros não sejam confiáveis - quem sou eu para falar isso? - mas são confusos demais.
A cada dia, somos brindados com "excelentíssimas" novidades; testemunhamos alianças que nossa vã filosofia jamais suporia realizáveis, descobrimos atos que já prevíamos acontecer, mas que envergonhavam menos por serem ainda secretos e que surgem como uma bomba relógio procurando desesperadamente um lugar para devastar. Com o nascer do sol, renasce o receio por novas notícias, mais particularidades pobres podem surgir e assim, mais uma vez, despejar sobre nós um balde de água fria. No país do cidadão "malandro" que não desiste nunca e sempre dá aquele jeitinho brasileiro, sentimo-nos como perfeitos manés que andam levando tropeços e rasteiras aos pares.
A cada dia, somos brindados com "excelentíssimas" novidades; testemunhamos alianças que nossa vã filosofia jamais suporia realizáveis, descobrimos atos que já prevíamos acontecer, mas que envergonhavam menos por serem ainda secretos e que surgem como uma bomba relógio procurando desesperadamente um lugar para devastar. Com o nascer do sol, renasce o receio por novas notícias, mais particularidades pobres podem surgir e assim, mais uma vez, despejar sobre nós um balde de água fria. No país do cidadão "malandro" que não desiste nunca e sempre dá aquele jeitinho brasileiro, sentimo-nos como perfeitos manés que andam levando tropeços e rasteiras aos pares.
21 de julho de 2009
E agora, Darwin?
Com os duzentos anos do nascimento de Charles Darwin completados neste ano e o sesquicentenário da publicação de sua obra-prima científica, A Origem das Espécies, uma questão intrigante surge desafiando não só o espaço escolar, mas expandindo-se por todos os outros campos. Por que, em um mundo tão divulgadamente globalizado, há uma forte relutância em se aceitar a teoria evolucionista? E o mais grave: por que essa relutância se transforma na opção de escolas evangélicas e adventistas de omitir tal teoria nas aulas?

É estranho perceber que no país das melhores universidades, com metade dos cientistas premiados com o Nobel e o qual detém um número de patentes registradas superior à soma de seus concorrentes diretos, apenas um em cada dois americanos acredita na teoria de Darwin. Sendo assim, metade da população considera anos de pesquisas e provas cabais como mais uma mera teoria.
Mais estranho ainda é pensar que a ciência e a fé, hoje em conflito, já estiveram unidas. As civilizações antigas, como a babilônica, a persa, a hindu e principalmente a romana da qual engenheiros projetaram e construíram o mais avançado aqueduto de seu tempo banhando-se em sangue de touro para garantir proteção divina, são provas legítimas. E a fusão que soaria indelével deu origem a um dos maiores embates argumentistas atuais, aquele que busca definir, porém sem aparente sucesso, de onde viemos.

É estranho perceber que no país das melhores universidades, com metade dos cientistas premiados com o Nobel e o qual detém um número de patentes registradas superior à soma de seus concorrentes diretos, apenas um em cada dois americanos acredita na teoria de Darwin. Sendo assim, metade da população considera anos de pesquisas e provas cabais como mais uma mera teoria.
Mais estranho ainda é pensar que a ciência e a fé, hoje em conflito, já estiveram unidas. As civilizações antigas, como a babilônica, a persa, a hindu e principalmente a romana da qual engenheiros projetaram e construíram o mais avançado aqueduto de seu tempo banhando-se em sangue de touro para garantir proteção divina, são provas legítimas. E a fusão que soaria indelével deu origem a um dos maiores embates argumentistas atuais, aquele que busca definir, porém sem aparente sucesso, de onde viemos.
15 de julho de 2009
A melhor lição vem da derrota
Ascensão relâmpago, contratos milionários, mudanças de país, milhões de dólares, mansões luxuosas, carros dos sonhos, fama, festas, solidão, depressão, perda de foco, escândalos... E onde tudo isso se intersecciona? No mundo futebolístico atual. Melhor definindo: fazem parte de um sistema do qual somos testemunhas.
Não raro aparece mais uma estrela no futebol e logo já traçamos, imaginariamente, sua jornada: começo brilhante, auge da carreira e uma crise, o ponto mais triste do caminho. Então surge a pergunta: após a crise, a trajetória do menino brilhante, da estrela, rumará à sua recuperação gloriosa ou à queda ainda maior no abismo?
Não raro aparece mais uma estrela no futebol e logo já traçamos, imaginariamente, sua jornada: começo brilhante, auge da carreira e uma crise, o ponto mais triste do caminho. Então surge a pergunta: após a crise, a trajetória do menino brilhante, da estrela, rumará à sua recuperação gloriosa ou à queda ainda maior no abismo?
8 de julho de 2009
Jornalista...
Jornalista é complexo, mas sabe como ninguém se expor com total clareza (preste atenção nele!).
Jornalista é lindo, mas passa por situações que ninguém imagina (orgulhe-se dele!).
Jornalista é imparcial, mas nem por isso quer dizer que ele não importa (valorize-o!).
Jornalista não tira a fantasia, não tira férias de sua vocação, ele é jornalista anywhere anytime.
Jornalista é aquele que está disposto, a cada novo dia, dizer: 'eu aceito o desafio!'.
Jornalista é aquele que não tem medo de cara feia, não teme o desafio, não se contenta com o 'tudo mastigado'.
Quer saber de uma coisa? Jornalista vive para valer, por viver.
Jornalista, só um jornalista para entender...
1 de julho de 2009
O poder da mente humana: até onde ela pode nos levar?
O que era ficção virou um protótipo de realidade e o que era considerado um ato paranormal agora é visto como o ápice da biotecnologia.
Fazer uma pessoa levitar, mover objetos com toda aquela concentração, atirar e arremessar objetos como em filmes de bruxos parecem coisas inexplicáveis na realidade, banhadas por truques e efeitos especiais. Mas não é por esse ângulo que os pesquisadores da Universidade Duke, na Carolina do Norte, enxergam os fatos. Lá, é possível pôr a força da mente para trabalhar.

O brasileiro Miguel Nicolelis, chefe do laboratório de neurofisiologia da Universidade Duke, e o americano Dennis Turner, neurocirurgião, encabeçam as pesquisas voltadas para essa área. O trabalho deles na Universidade consiste em desenvolver um método prático e seguro para a captação e decodificação de ondas cerebrais que serão convertidas em linguagem digital, a qual aciona o equipamento destinado a realizar os movimentos.
Testes com ratos e macacos e, surpreendentemente, já com humanos têm mostrado que os pesquisadores estão no caminho certo. Este último tipo de teste foi realizado no Centro Médico da própria Universidade Duke durante uma operação para tratamento do mal de Parkinson. Com o crânio aberto e acordado - assim como as cirurgias para esse mal exigem - o paciente teve um conector com microfios da espessura de fios de cabelo colocado na região responsável pelos movimentos e ao conector cinquenta neurônios foram ligados. O paciente então precisou mover uma figura em um monitor com uma espécie de mouse.
Fazer uma pessoa levitar, mover objetos com toda aquela concentração, atirar e arremessar objetos como em filmes de bruxos parecem coisas inexplicáveis na realidade, banhadas por truques e efeitos especiais. Mas não é por esse ângulo que os pesquisadores da Universidade Duke, na Carolina do Norte, enxergam os fatos. Lá, é possível pôr a força da mente para trabalhar.

O brasileiro Miguel Nicolelis, chefe do laboratório de neurofisiologia da Universidade Duke, e o americano Dennis Turner, neurocirurgião, encabeçam as pesquisas voltadas para essa área. O trabalho deles na Universidade consiste em desenvolver um método prático e seguro para a captação e decodificação de ondas cerebrais que serão convertidas em linguagem digital, a qual aciona o equipamento destinado a realizar os movimentos.
Testes com ratos e macacos e, surpreendentemente, já com humanos têm mostrado que os pesquisadores estão no caminho certo. Este último tipo de teste foi realizado no Centro Médico da própria Universidade Duke durante uma operação para tratamento do mal de Parkinson. Com o crânio aberto e acordado - assim como as cirurgias para esse mal exigem - o paciente teve um conector com microfios da espessura de fios de cabelo colocado na região responsável pelos movimentos e ao conector cinquenta neurônios foram ligados. O paciente então precisou mover uma figura em um monitor com uma espécie de mouse.
29 de junho de 2009
Ela voltou!
E agora, ela está de volta! A bem da verdade, vale aqui aquela "volta dos que não foram", porque de uma forma ou de outra, estando na bancada ou na rua, sempre tivemos Ana Paula Padrão. Creio que depois que ela surgiu mostrando como é que se faz, não conseguimos mais enxergar o bom Jornalismo sem sua presença.
De sua estreia no Jornalismo até hoje, Ana Paula já passou por diversas fases; mudanças de visual, de vida, de perspectiva, de campo de atuação se sucederam desde então, mas a essência permaneceu constante. De guerras às Olimpíadas, Ana Paula transitou por diferentes panos de fundo, mas seu profissionalismo permaneceu intocado. Ao longo de todas essas mudanças, de todos os cenários e situações que ela enfrentou, sua marca se tornou cada vez mais evidente, o que lhe conferiu a tão almejada recompensa de todo jornalista: a credibilidade.
De sua estreia no Jornalismo até hoje, Ana Paula já passou por diversas fases; mudanças de visual, de vida, de perspectiva, de campo de atuação se sucederam desde então, mas a essência permaneceu constante. De guerras às Olimpíadas, Ana Paula transitou por diferentes panos de fundo, mas seu profissionalismo permaneceu intocado. Ao longo de todas essas mudanças, de todos os cenários e situações que ela enfrentou, sua marca se tornou cada vez mais evidente, o que lhe conferiu a tão almejada recompensa de todo jornalista: a credibilidade.
14 de junho de 2009
Profundamente...
Não estamos brincando de pega-pega, muito menos de esconde-esconde (por mais que, em algumas horas, possa parecer) então não há outro jeito senão enfrentar.
Super poderes, não! Robôs que façam por você, não! Olhar para o céu para ver se o milagre acontece, na na ni na não!
Me disseram uma vez e agora eu acredito, "se correr o bicho pega, se ficar o bicho come".
Mas quem disse que apesar de tudo isso, não precisa ser algo lindo?
A falta de quem te socorrer, te torna autosuficiente; a ausência de escapatória te torna experiente; a necessidade de seus próprios recursos te faz mais forte.
Ainda assim, prefere ver tudo como uma infinita dificuldade?
Pois bem, você nunca entenderá o que é viver a vida profundamente...
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